quarta-feira, 29 de maio de 2013

Telescópio e iPhone 4S

Muitos fotógrafos profissionais ou amadores que têm câmeras DSLR gostam de fazer fotos da Lua, utilizando suas lentes poderosas para capturá-la bem de pertinho. Mas e quem não tem uma máquina tão avançada, também pode clicar imagens assim? Uma experiência do fotógrafo Jared Earle prova que sim. Ele registrou a fotografia abaixo usando um iPhone combinado a um telescópio.
Crédito: Jared Earle

Jared combinou um telescópio de cinco polegadas Celestron com seu iPhone 4S. Além disso, utilizou um adaptador Magnifi, uma capa que, quando adicionada a um iPhone, pode fazer com que ele seja equipado a equipamentos óticos, como microscópios, binóculos e telescópios.
A foto não foi tirada com a câmera tradicional do iPhone, mas sim feita com o app Cortex Camera, que dá ao usuário um recurso que utiliza o HD da filmagem do iPhone para que ele clique imagens estáticas de maior qualidade.
Crédito: Jared Earle

Outro segredo do fotógrafo neste projeto foi também utilizar um tripé, além de ativar sua câmera usando o fone de ouvido do iPhone, sem encostar no celular para evitar qualquer ruído ou alguma possível mudança no foco estabelecido automaticamente. Assim, estava preparada a engenhoca que conseguiria registrar a foto.

Obviamente, qualquer um pode fazer algo semelhante. Basta ter os equipamentos que foram revelados por ele, ou então alguns parecidos, mirar o telescópio na direção mais adequada e disparar a câmera. Certamente, os resultados ficarão bem interessantes. Talvez demore um pouco para acertar o ângulo correto, mas vale o teste.

Na AstroShop você encontra um adaptador semelhante para iPhone além de toda a linha de acessórios para astrofotografia e telescópios:

Fonte: TechTudo

domingo, 26 de maio de 2013

O que é a Super Lua

Achei um vídeo da NASA explicando que é a Superlua:



Equipamentos recomendados para visualizar a Superlua:
1) Binóculo UpClose G2 10x50: http://www.astroshop.com.br/binoculos.asp?CodProd=71256

2) Telescópio AstroMaster 70AZ: http://www.astroshop.com.br/telescopios.asp?CodProd=21061


Superlua aparecerá dia 23 de junho


São Paulo - A superlua, um fenômeno em que o satélite natural da Terra fica maior e mais brilhante do que o comum em uma Lua cheia, acontecerá no dia 23 de junho. Este também será o encontro mais próximo da Terra com a Lua do que todo o ano de 2013.
A superlua acontece quando a Lua chega ao seu ponto mais próximo da Terra. O fenômeno é também chamado de “perigeu lunar”, já que a órbita lunar tem o formato de elipse, e não de círculo.
As Luas cheias variam de tamanho por causa de sua órbita oval. O trajeto elíptico tem um lado (perigeu) cerca de 50 mil km mais perto da Terra do que o outro (apogeu). Para um observador no planeta, as Luas perigeu ficam 14% maiores e 30% mais brilhantes do que no apogeu.
No perigeu, a Lua estará a apenas 356.991 quilômetros de distância às 07h32, segundo o horário de Brasília. Já em 9 de julho, a Lua vai oscilar para apogeu, a 406.490 quilômetros de distância da Terra.
A proximidade da Lua pode aumentar um pouco as marés, mas não há com o que se preocupar: as variações serão de apenas alguns centímetros a mais do que o normal. A Nasa, agência espacial americana, alerta também que as Luas perigeu não disparam desastres naturais.
Para quem quer tirar belas fotos, outra dica da Nasa: o melhor momento para observar a Lua é quando ela ainda está perto do horizonte. Em contraste com árvores e prédios, ela parecerá ainda maior.

Equipamentos recomendados para visualizar a Super Lua:
1) Binóculo UpClose G2 10x50: http://www.astroshop.com.br/binoculos.asp?CodProd=71256

2) Telescópio AstroMaster 70AZ: http://www.astroshop.com.br/telescopios.asp?CodProd=21061

Fonte: Info Abril

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Tour do TravelScope 70

Vocês conhecem o TravelScope 70 ?

É um telescópio refrator da Celestron ideal para viagens tendo em vista seu tamanho reduzido, mochila de transporte e simplicidade.

A Celestron fez um vídeo sobre o TravelScope 70:


Para compra-lo clique no link abaixo:
http://www.astroshop.com.br/produto.asp?CodProd=21035

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Adolescentes de PE vão representar o Brasil em olimpíadas internacionais de Astronomia

Adolescentes de PE vão representar o Brasil em olimpíadas internacionais de Astronomia


http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-pe/v/adolescentes-de-pe-vao-representar-o-brasil-em-olimpiadas-internacionais-de-astronomia/2558749/

Marton e Larissa estudam no IFPE. Eles foram os únicos selecionados das regiões Norte e Nordeste.

Os telescópios CPC800 e vários acessórios foram fornecidos pela AstroShop:
Telescópio CPC800 - http://www.astroshop.com.br/produto.asp?CodProd=11073
Kit de oculares e filtros - http://www.astroshop.com.br/produto.asp?CodProd=94303

A equipe da AstroShop deseja toda sorte ao time que vai representar o Brasil !

terça-feira, 7 de maio de 2013


Astrônomos acham sistema com dois planetas na zona habitável


Quem pensa que o Sistema Solar é interessante por ter um planeta habitável vai pirar com o que há ao redor da estrela Kepler-62. Lá, nada menos que dois mundos --possivelmente rochosos-- ocupam órbitas na região mais favorável ao surgimento da vida.
É a conclusão eletrizante a que chega um estudo produzido pela equipe do satélite Kepler, caçador de planetas da Nasa, e recém-publicado na revista científica americana "Science".
Os pesquisadores liderados por William Borucki identificaram um total de cinco planetas girando ao redor da estrela, uma anã laranja com 63% do diâmetro do Sol.
Todos eles são relativamente nanicos --quatro entram na categoria das superterras (com diâmetro até duas vezes o terrestre) e um é do tamanho de Marte, ou seja, menor que a Terra.
Os três mais internos são quentes demais para abrigar vida. Já os dois mais externos, Kepler-62e e Kepler-62f, têm suas órbitas na chamada zona habitável do sistema --região em que, numa atmosfera similar à da Terra, um planeta pode abrigar água líquida em sua superfície.


APARÊNCIAS ENGANAM
A questão é: esses planetas são parecidos com a Terra? Constatar isso é um dos maiores desafios da astronomia, uma vez que as superterras não têm equivalente no Sistema Solar.
Por aqui, há, nas órbitas mais distantes, planetas gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno), e nas mais próximas do Sol os pequeninos mundos rochosos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte), dos quais o nosso planeta é o maior deles.
As superterras, em termos de tamanho, estão no meio do caminho entre essas duas categorias. Mas ninguém sabe com certeza se elas são rochosos grandalhões ou gasosos murchos.
E isso tende a fazer toda a diferença do mundo para a busca por vida.
Uma forma de resolver a questão é determinar, ao mesmo tempo, o diâmetro do planeta e sua massa. Assim, dividindo a massa pelo volume, obtemos a densidade. Com ela, dá para saber se o planeta é rochoso ou gasoso.
A técnica usada pelo satélite Kepler para detectar planetas (medir pequenas reduções de brilho nas estrelas conforme os mundos ao seu redor passam à frente dela, como minieclipses) é boa para medir o diâmetro.
Contudo, para estimar a massa com segurança, a melhor técnica é a usada pelos observatórios em terra, que mede o "bamboleio" gravitacional da estrela conforme os planetas giram ao seu redor.
Infelizmente, no caso do Kepler-62, os planetas são pequenos demais e a estrela é muito ativa para permitir o uso dessa estratégia para confirmar a massa desses mundos com o nível de precisão dos instrumentos atuais.



CASOS SIMILARES
Embora a composição desses mundos ainda seja desconhecida, os pesquisadores citam outros planetas com diâmetro similar que tiveram sua densidade medida (três casos no total) para argumentar que Kepler-62e e Kepler-62f provavelmente sejam rochosos como a Terra.
Uma modelagem em computador feita por um outro grupo liderado por Lisa Kaltenegger, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, nos EUA, sugere que os dois planetas devem ter oceanos globais cobrindo totalmente sua superfície --planetas-água, por assim dizer. Mas isso pressupõe que os cientistas acertaram as quantidades dos ingredientes usados para formar os planetas, o que não é de modo algum certo.
Pelo menos, esses dois mundos não têm um problema que outros planetas detectados na zona habitável de suas estrelas possuem: o "travamento gravitacional".

Esse fenômeno acontece quando a mesma face do planeta fica o tempo todo voltada para a estrela. Mais comumente observado no sistema Terra-Lua, em que o satélite exibe sempre a mesma face para o planeta, casos como esse se apresentam naqueles mundos que orbitam muito próximos do astro principal. Mas não é o caso aqui.
"Exceto pelo planeta mais interno --Kepler-62b--, todos os planetas têm períodos orbitais tão grandes que é extremamente improvável que eles estejam travados", disse à Folha Borucki, antes de apresentar os resultados em uma entrevista coletiva organizada pela Nasa nesta quinta.
Em suma, esses dois mundos sobem direto para o topo da lista de potenciais planetas com vida, embora rigorosamente nada se possa dizer a esse respeito, exceto que, em teoria, eles podem abrigar água líquida na superfície.
Por isso, apesar do entusiasmo, os cientistas são muito cautelosos no parágrafo final de seu artigo científico: "Não sabemos se Kepler-62e e -62f têm uma composição rochosa, uma atmosfera ou água. Até que consigamos detectar espectros adequados de suas atmosferas não poderemos determinar se eles são de fato habitáveis."
Ainda assim, é impossível não se empolgar com a possibilidade.

Fonte: Folha de São Paulo